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Como um PSIQUIATRA pode ajudar a alguém que tenha DOR FISICA

“Não há dor que o tempo não cure.

Provavelmente quem disse isso nunca teve dor crônica…

Todo mundo conhece alguém que sente uma dor que simplesmente não passa. Uma amiga com fibromialgia, o amigo que é não consegue mais jogar bola ou aquela tia que está sempre em um médico diferente.

Ninguém escolhe sentir dor. E certamente quando ela surge, tudo o que queremos é que ela suma o mais rápido possível.

Mas e se ela não sumir?

Embora desagradável, a dor é um mecanismo de proteção que todo mundo precisa para a sobreviver. Por dois motivos:

  1. Porque a dor nos afasta imediatamente de algo que pode nos prejudicar.
  2. Porque nosso cérebro APRENDE que o que nos feriu deve, a partir de agora, ser evitado.

Uma vez aprendido a lição, a dor DEVERIA desaparecer. Mas nem sempre é o caso. Há problemas de saúde que cursam com o que chamamos de dores crônicas, em que por mais que se tente diversos tratamentos, a dor não some.

E aí é natural se perguntar:

Será que é algo RARO?
ou

Será que é algo GRAVE, e que por isso os médicos possam estar escondendo alguma coisa?

Ninguém tem dúvida, a dor crônica é acima de tudo frustrante, porque além de nos privar de fazer o que gostamos ou precisamos com a mesma facilidade, acabamos sempre ouvindo falar da existência de algum médico milagroso, que já descobriu o DETALHE que todos os outros deixaram passar e que salvou tanta gente com histórias tão parecidas com as nossas… Mas então por que ele AINDA não apareceu pra ti?

Pois é, imagine agora que depois de tanto sofrimento, tanta investigação um desses profissionais te indicasse um PSIQUIATRA para te ajudar nesse caso?

Será que ele pensa que você é louco?
Será que acha que TUDO o que você está sentindo é da sua cabeça?

Quem não pensa assim?

A novidade é que a psiquiatria tem SIM como ajudar, e vou lhe explicar como:

Você já percebeu que algumas pessoas são capazes de suportar mais dor do que outras?

Todo mundo tem uma sensibilidade diferente da outra. Só que há outras coisas envolvidas na dor ALÉM da sensibilidade, como por exemplo A FORMA COMO CADA UM DE NÓS ENFRENTA E INTERPRETA essa sensação.

Quando sentimos dor por muito tempo, pouco a pouco, esse sofrimento vai ganhando um papel central em nossas vidas – Seja porque não conseguimos mais fazer as coisas que gostamos, ou porque a qualidade de vida não é a mesma. O fato é que quando menos percebermos, passamos a viver EM FUNÇÃO da dor.

Esse ciclo costuma se repetir e ir se agravando com o tempo.

Para se ter uma ideia,

mais da metade das pessoas que apresentam dor crônica vai apresentar algum episódio de depressão ao longo da vida.

Em especial se a pessoa se sentir IMPEDIDA de realizar suas atividades diárias.

Ao mesmo tempo, pessoas deprimidas costumam sentir ainda MAIS dor, e com mais FACILIDADE do que o habitual.

Isso mostra o quanto a psiquiatria e a dor estão relacionadas.

O psiquiatra não serve para substituir os outros médicos. Muito pelo contrário. O psiquiatra compõe UMA das frentes do tratamento, auxiliando ao paciente e aos outros profissionais na busca pelo alivio desse sofrimento.

E seu trabalho pode se dar através de DIVERSAS formas, seja tratando a sensibilidade à dor individual de cada pessoa, seja a ajudando a não desenvolver o comportamento doloroso, que é justamente quando a dor passa a se tornar um ponto central na vida do indivíduo.

Por isso, se você sente uma dor que lhe prejudica muito como fibromialgia, dor na articulação temporomandibular (ATM), ou até mesmo dor nas costas,

não hesite em procurar um psiquiatra.

Hesite em deixar que essa dor determine o que você vai fazer da sua vida.

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